Gestão de redes sociais para restaurante: o perfil como canal de venda.
Post bonito não paga a conta: o que importa é quem vê o prato e pede. Aqui você vê o que postar, como roteirizar o vídeo, quem grava e como saber se o perfil do restaurante está vendendo.
Resposta curta: gestão de redes sociais para restaurante é planejar, gravar, publicar e acompanhar o conteúdo do perfil pra quem vê o prato querer pedir ou vir comer. Na prática: programação semanal, roteiro de vídeo, captação no restaurante, artes e legendas, aprovados pelo dono antes de ir ao ar.
A Avizz é uma assessoria de marketing para restaurantes. Cuida de anúncio no Meta Ads e no Google Ads, redes sociais e canal de venda próprio, com mais de 110 empresas ativas e um app onde o dono acompanha cada anúncio.
O que faz a gestão de redes sociais de um restaurante?
Cuida do perfil como canal de venda, não como mural de recado. Na Avizz, são quatro partes:
- Programação semanal de conteúdo. O que vai ao ar, em qual formato e horário, decidido antes, e não no improviso da sexta à noite.
- Captação no restaurante. Foto e vídeo do seu prato de verdade.
- Artes, vídeos e legendas. Prontos pra publicar.
- Aprovação pelo app. Você aprova antes de ir ao ar.
Quem faz é o time montado pro seu restaurante: social media, designer, editor de vídeo e redator.
O que postar no Instagram do restaurante?
No conteúdo para restaurante, vende o que dá vontade de pedir:
- O prato saindo. O caldo fervendo, a carne selando, a montagem no balcão.
- O bastidor da cozinha. A massa sendo aberta, a chapa, o corte: gente fazendo comida de verdade.
- A sua equipe. Quem cozinha, quem atende, quem entrega.
- O cliente elogiando. O story de quem marcou o restaurante, a reação na primeira garfada.
Se o seu forte é o salão, entra o ambiente: o prato dá fome, o ambiente dá vontade de sentar. Mais no guia como atrair clientes para o restaurante.
E o ritmo pesa tanto quanto o assunto: perfil parado some da vitrine.
Como roteirizar um vídeo de restaurante que vende?
Na Avizz, o vídeo começa no papel, antes da câmera, com um roteiro de três partes:
- O gancho que prende. O começo, antes de a pessoa rolar a tela: uma imagem ou uma frase que segura.
- A cena que dá fome. O prato no ponto, de perto, com som e movimento.
- A chamada que leva pro pedido. Pedir pelo link da bio, mandar mensagem ou reservar a mesa.
Um exemplo, num restaurante de massa: no gancho, o garfo girando o espaguete, sem fala; na cena, o prato sendo montado e servido; na chamada, pedir pelo link da bio. Depois vêm a edição, a legenda e as variações, como o mesmo vídeo com outro gancho, pra descobrir qual peça vende mais.
Quem grava os vídeos no restaurante e como funciona?
A gente planeja, capta e produz. Quando faz sentido, o time vai até o restaurante pra gravar e fotografar, com o roteiro já escrito. Você não precisa aparecer nos vídeos. Se quiser, melhor ainda.
Três cuidados valem pra qualquer gravação de comida: luz boa, prato montado do jeito que sai pro cliente e horário fora do pico, pra não atrapalhar a cozinha.
Como montar o perfil do restaurante pra virar pedido?
Quem vê o vídeo e fica com fome faz um caminho curto: toca no nome do restaurante, lê a bio, toca no link e pede. Cada passo que trava perde gente. Por isso bio, destaques e link de pedido ficam no lugar certo. Se a casa tem salão, a reserva e o mapa também precisam estar à mão.
A régua: quem chega pelo vídeo precisa conseguir pedir sem sair do celular.
Orgânico e anúncio: como um ajuda o outro?
O conteúdo que vai bem sozinho vira anúncio, e o anúncio traz gente nova pro perfil. O vídeo que muita gente salvou já provou que dá fome: vira anúncio pra quem mora no raio do seu delivery. E quem chega pelo anúncio e passa a seguir vira audiência sua, que você chama de novo no story e no direct.
Como a campanha é montada: tráfego pago para restaurante. Quanto custou um pedido vindo de anúncio num caso real: quanto investir em anúncio para restaurante.
Como saber se a rede social está ajudando a vender?
É mais difícil de medir que o anúncio. No anúncio, o pixel avisa a plataforma quando sai um pedido, e ela liga esse pedido ao anúncio. No post orgânico não existe essa ligação automática, então a leitura é por sinais:
- Gente citando o perfil. "Vi o vídeo de vocês." Pergunte no balcão e no WhatsApp como a pessoa conheceu a casa.
- Toques no link da bio. O painel do Instagram mostra.
- Salvamento e compartilhamento. Dizem mais que a curtida.
- Alcance fora dos seguidores. O conteúdo chegando em gente nova.
No app da Avizz você acompanha a programação da semana, e toda segunda chega no seu e-mail um resumo do que foi feito.
As redes sociais em quatro fases.
Sempre na mesma ordem, do perfil arrumado à escala.
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01
Implementação
Diagnóstico do perfil, identidade, bio e link de pedido no lugar certo, e a primeira captação planejada.
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02
Testes e validação
Formatos, ganchos e horários diferentes no ar, pra descobrir o que o seu público assiste inteiro e salva.
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03
Maturação
Rotina toda semana, e os vídeos que vão bem sozinhos virando anúncio. É quando o perfil costuma ganhar ritmo.
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04
Escala e personalização
Mais do formato que funciona, conteúdo de data e novos canais, até o perfil virar porta de entrada de pedido e de mesa.
O que todo dono pergunta sobre redes sociais.
Ficou dúvida? No diagnóstico gratuito a gente olha o seu perfil com você.
Quero conversarCom que frequência o restaurante precisa postar?
Mais do que um número, vale a constância: perfil com rotina o algoritmo entrega de graça. Por isso a Avizz trabalha com programação semanal, com frequência, formato e horário pensados pro seu restaurante.
O que não pode faltar no perfil do restaurante no Instagram?
Bio que diz o que você vende, onde fica e como pedir; link de pedido no lugar certo; destaques com o cardápio, o caminho e a opinião de quem já comeu.
Como eu aprovo o conteúdo antes de ir ao ar?
Pelo app da Avizz. A programação da semana chega pra você: aprovou, vai ao ar; quer ajuste, é só escrever.
Só a rede social, sem anúncio, traz pedido?
Pode trazer, mas sem a previsão do anúncio. Anúncio traz pedido hoje. O orgânico constrói a audiência que pede de novo amanhã, sem custo por clique e sem depender de verba.
Comprar seguidor ajuda?
Não. Seguidor comprado não pede comida, não mora perto de você nem interage com os seus posts, e comprar seguidor vai contra as regras do próprio Instagram. Seguidor que vale é gente da sua região que viu o prato e quis pedir.
Vamos pôr o seu perfil pra vender?
Um especialista olha o seu Instagram, o seu cardápio e a sua região, mostra onde estão os pedidos que você ainda não está pegando e monta o plano com você. Gratuito e sem compromisso.
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- +R$ 227 mi em receita gerada para nossos clientes